16/12/2014 às 11h57min - Atualizada em 16/12/2014 às 11h57min

Será julgado nesta quinta-feira dia (18) o idoso que matou jovem no bairro do Cohafuma

 

Será submetido a júri popular nesta quinta-feira (18), o idoso Veudacy Guterres Cavalcante, 77 anos, acusado do assassinato do jovem Marcelo Henrique Freitas Gusmão, 22 anos, no início da tarde do dia 31 de julho de 2013, em um ponto de ônibus, na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no Cohafuma, próximo ao condomínio onde morava o acusado e onde a vítima residia com a família. O julgamento será às 8h30, no 2º Tribunal do Júri de São Luís, no primeiro andar do Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau).

A sessão de julgamento será presidida pelo juiz titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Gilberto de Moura Lima. A acusação ficará com o promotor de Justiça Rodolfo Soares Reis e a defesa com o advogado Herivelton Lago.

Veudacy Guterres Cavalcante, viúvo, também conhecido como Funaro, na época do crime foi preso e recolhido à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) do Olho-d'Água. De acordo com a decisão de pronúncia, ele assassinou Marcelo Henrique Freitas por vingança. No ano anterior o réu fora condenado a seis anos e meio de reclusão pela prática de atentado violento ao pudor cometido em maio de 2004 contra a vítima, que na época tinha apenas 13 anos.

Conforme a acusação do Ministério Público, o acusado desferiu três tiros de arma de fogo contra Marcelo Henrique, que se encontrava em um ponto de ônibus, próximo ao condomínio onde morava. O jovem morreu no local.

Consta na denúncia que o acusado desceu de um ônibus coletivo e, ao notar a presença da vítima, dirigiu-se a ela e passou a discutir com a mesma. Veudacy distanciou-se um pouco, mas, de imediato, aproximou-se novamente e efetuou um tiro de revólver calibre 38, mas a arma falhou. O réu atirou mais duas vezes, atingindo o tórax e as costas do jovem que caiu, sendo que o denunciado desferiu um terceiro tiro que também atingiu as costas do rapaz.

Após o crime, Veudacy Guterres saiu do local e foi para o seu apartamento, onde foi preso em flagrante por policiais militares, tendo confessado a prática do homicídio, entregando, inclusive, a arma do crime, que estava sobre um móvel da sala.

Interrogado em juízo, o acusado afirmou que matou a vítima por que há quatro anos o jovem o vinha ameaçando, mas afirmou não ter registrado na polícia nenhuma das ameaças. Disse que andava armado porque tinha medo de morrer e que a arma que utilizou não era legalizada. Negou ter premeditado o crime.

Será submetido a júri popular nesta quinta-feira (18), o idoso Veudacy Guterres Cavalcante, 77 anos, acusado do assassinato do jovem Marcelo Henrique Freitas Gusmão, 22 anos, no início da tarde do dia 31 de julho de 2013, em um ponto de ônibus, na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no Cohafuma, próximo ao condomínio onde morava o acusado e onde a vítima residia com a família. O julgamento será às 8h30, no 2º Tribunal do Júri de São Luís, no primeiro andar do Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau).

A sessão de julgamento será presidida pelo juiz titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Gilberto de Moura Lima. A acusação ficará com o promotor de Justiça Rodolfo Soares Reis e a defesa com o advogado Herivelton Lago.

Veudacy Guterres Cavalcante, viúvo, também conhecido como Funaro, na época do crime foi preso e recolhido à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) do Olho-d'Água. De acordo com a decisão de pronúncia, ele assassinou Marcelo Henrique Freitas por vingança. No ano anterior o réu fora condenado a seis anos e meio de reclusão pela prática de atentado violento ao pudor cometido em maio de 2004 contra a vítima, que na época tinha apenas 13 anos.

Conforme a acusação do Ministério Público, o acusado desferiu três tiros de arma de fogo contra Marcelo Henrique, que se encontrava em um ponto de ônibus, próximo ao condomínio onde morava. O jovem morreu no local.

Consta na denúncia que o acusado desceu de um ônibus coletivo e, ao notar a presença da vítima, dirigiu-se a ela e passou a discutir com a mesma. Veudacy distanciou-se um pouco, mas, de imediato, aproximou-se novamente e efetuou um tiro de revólver calibre 38, mas a arma falhou. O réu atirou mais duas vezes, atingindo o tórax e as costas do jovem que caiu, sendo que o denunciado desferiu um terceiro tiro que também atingiu as costas do rapaz.

Após o crime, Veudacy Guterres saiu do local e foi para o seu apartamento, onde foi preso em flagrante por policiais militares, tendo confessado a prática do homicídio, entregando, inclusive, a arma do crime, que estava sobre um móvel da sala.

Interrogado em juízo, o acusado afirmou que matou a vítima por que há quatro anos o jovem o vinha ameaçando, mas afirmou não ter registrado na polícia nenhuma das ameaças. Disse que andava armado porque tinha medo de morrer e que a arma que utilizou não era legalizada. Negou ter premeditado o crime.

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