07/04/2015 às 10h50min - Atualizada em 07/04/2015 às 10h50min

Enfermeiros conseguem impedir que Júnior Bolinha tome remédio para ''esquecimento'' em depoimento com Marcão da Franere.

A medicação teria sido introduzida por um dos advogados de ''Bolinha''

BloguedoLuísCardoso

Não fosse uma rápida intervenção da unidade de saúde que fica em Pedrinhas, o preso José Raimundo Xavier Júnior, o Júnior Bolinha, acusado de contratar o pistoleiro que matou o jornalista e blogueiro Décio Sá, iria surtar no dia em que ficaria cara a cara com o dono da construtora Franere, Marcos Regada, mês passado, durante audiência no Fórum do Calhau.

O medicamento à basede vitama B seria para evitar picadas de murissoca e mosquitos, uma vez que a unidade onde ele permanece isolado fica nas próximidades de uma manguezal, em Pedrinhas.

Desconfiados com o comportamento do detento, enfermeiros levaram o medicamento aos médicos que constataram que o efeito seria direto no cérebro do detento, diminuindo sua capacidade de discernimento.

A medicação, que teria sido introduzida por um dos advogados de Bolinha foi suspensa imediatamente. Isto faltando poucos dias do depoimento. “Ele iria esquecer tudo o que tinha pra falar”, garante um dos assistentes do presidiário.

Um novo depoimento (acareação) foi convocado para o dia 23 deste mês no Fórum de Justiça do Calhau. No último, o dono da Franere, que é acusado por Júnior Bolinha de ter participado de um consórcio que eliminou a vida do jornalista, não compareceu

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