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11/07/2013 às 11h02min - Atualizada em 11/07/2013 às 11h02min

Prefeitura e Governo iniciam negociações sobre parcerias em São Luís

Outra proposta da prefeitura, a suspensão do bloqueio de recursos da ordem de R$ 2 milhões mensais pelo governo do Estado, será objeto de estudo do Executivo estadual, segundo afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, João Abreu

SECOM | Prefeitura de São Luís

Representantes do Governo do Estado e da Prefeitura de São Luís deram início ontem às negociações para celebrar parcerias institucionais. Durante reunião no Palácio Henrique de La Rocque, o Secretário de Governo de São Luís, Rodrigo Marques, acompanhado do assessor Carlos Rogério Araújo, apresentou a concepção de uma proposta ampla de parceria ao Secretário Chefe da Casa Civil, João Abreu, que estava acompanhado do Secretário de Infra-Estrutura, Luís Fernando, e das Cidades, Hildo Rocha. Novas reuniões das equipes técnicas serão realizadas ao longo da semana.

“Apresentamos ao governo do estado, ainda sem os projetos específicos, uma proposta de parceria republicana, concreta, construída pelo governo municipal depois de ouvir a sociedade civil, e isso englobará várias áreas, como saúde, educação, saneamento e mobilidade urbana”, informou Rodrigo Marques.

O primeiro contato dos dois entes serviu para o conhecimento das propostas que a gestão municipal e estadual tem para a mobilidade urbana de São Luís. A atitude integra o primeiro passo do processo de formalização de uma parceria institucional entre Prefeitura e Governo.

A próxima rodada de diálogos reunirá técnicos da Prefeitura de São Luís e do Governo do Estado para a elaboração de uma pauta comum sem superposições de projetos e formalizar documento a ser entregue à presidenta Dilma Rousseff.

“É necessário que seja uma proposta sintetizada que não haja deficiências ou obstáculos de nenhuma das partes, algo compatibilizado”, afirmou Rodrigo Marques.

Ele enfatizou que a prefeitura procurou desde o começo estabelecer parceria republicana e efetiva com o governo do Estado. “O prefeito Edivaldo Holanda Júnior tem como marca o diálogo. Vale reforçar que a parceria referente à mobilidade é o ponto de partida, mas que se estenderá também a outras, como saúde, educação, saneamento”, assinalou Marques.

O secretário chefe da Casa Civil do governo do Estado avaliou a parceria como profícua. “Ela está sendo construída em prol da coletividade.”

Projetos – A Prefeitura de São Luís já tem projetos sendo pleiteados junto ao governo federal para construir o corredor de transportes e colocar em funcionamento o VLT, conforme reiterou Rodrigo Marques. Mas há possibilidades de serem elaborados novos projetos comuns para encaminhamento ao governo federal. De acordo com Marques, o Ministério do Planejamento convidará Prefeitura e Governo do Maranhão para uma reunião em Brasília, quando deverão ser apresentados os projetos.

Durante a reunião, a equipe da gestão municipal apresentou o corredor de transporte, que sairá da ponte José Sarney até o terminal da Cohab, terá o aproveitamento do trecho da Via Expressa, de 5 km.

Outro ponto discutido foi quanto a compatibilização do projeto do VLT com o projeto de requalificação, a ser executado pelo governo do Estado, da Avenida dos Portugueses.

A primeira etapa da obra do VLT seguiria o percurso do Terminal de integração da Praia Grande, aproveitando a estrutura já existente, até a entrada do bairro do Anjo da Guarda, em frente ao terminal de passageiros da Vale.

Para o viaduto da Forquilha, a Prefeitura de São Luís dispõe do projeto executivo e contratado onde o governo do Estado entraria com os recursos, por meio de convênio com o município. “A perspectiva é que agora os entendimentos sejam concretizados e as obras realizadas”, avaliou Marques.

Emendas – Rodrigo Marques solicitou ao governo o estabelecimento de uma pauta de parcerias entre município e estado. “Sugerimos ao governo que efetue a liberação das emendas dos deputados estaduais no valor de 18 milhões e sejam alocados recursos mediante convênio para construirmos o Viaduto da Forquilha”, informou.

Outra proposta da prefeitura, a suspensão do bloqueio de recursos da ordem de R$ 2 milhões mensais pelo governo do Estado, será objeto de estudo do Executivo estadual, segundo afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, João Abreu.


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