19/05/2014 às 09h34min - Atualizada em 19/05/2014 às 09h34min

Vítimas de chuvas são levados para novos endereços pelo Aluguel Social

Neste domingo (18), mais 14 famílias residentes da Área 4 da Vila Apaco, que estavam abrigadas na Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Santa Clara, foram para os novos endereços

Secom/Prefeitura de São Luís
 Desde a última sexta-feira (16), a Prefeitura de São Luís trabalha na mudança das vítimas das chuvas para novas casas, a partir do benefício do Aluguel Social, executado pela Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas). Neste domingo (18), mais 14 famílias residentes da Área 4 da Vila Apaco, que estavam abrigadas na Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Santa Clara, foram para os novos endereços.
 
A ação integra o Plano de Contingência, determinado pelo prefeito Edivaldo para prestar suporte às vítimas das chuvas e minimizar os danos causados pelo fenômeno natural.“O prefeito Edivaldo garantiu os recursos para que as famílias tenham acesso ao programa de aluguel social e, até o final da próxima semana, devemos realizar a mudança de todas elas”, destacou a superintendente de Proteção Social Básica da Semcas, Francimélia Marques.
 
As famílias cadastradas no Aluguel Social já integram o grupo prioritário do Programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal.
 
As famílias que estão em abrigos comunitários têm precedência para a mudança. Atualmente, São Luís tem 71 famílias desabrigadas ou desalojadas. Destas, 62 já foram incluídas no Aluguel Social e receberam todas as instruções da Semcas sobre o funcionamento do programa.
 
Moradora da área 4 da Vila Apaco, Érica Vanessa tem três filhos e é dona de casa. Ela destacou a assistência prestada pela Prefeitura às famílias que estavam no abrigo e apresentou esperança diante da mudança. “Agora estamos mais tranquilos, porque fomos beneficiados pelo Aluguel Social e vamos para um local seguro. Apesar de todas as dificuldades, nesses dias que passamos aqui, fomos bem cuidados. Tivemos assistência e orientação constante do CRAS [Centro de Referência de Assistência Social], da Defesa Civil e recebemos atendimento médico, consulta e remédios”, destaca Érica.
 
A família de Raimunda Nonata, moradora da Vila Apaco, também estava abrigada na U.E.B. Santa Clara e esperava pela mudança. Dona Raimunda teve a casa onde morava com o esposo e os dois filhos destruída pelo temporal do dia 10 de maio. “Estamos felizes em estar indo para um local mais confortável”, comenta, aliviada, a dona de casa.
O auxílio às famílias atingidas foi iniciado ainda no sábado (10), com a ação conjunta de várias secretarias municipais. Ao longo da semana passada, as vítimas das chuvas receberam colchonetes, cestas básicas, lençóis, água mineral, fraldas, atendimento médico, remédios e orientação através do CRAS da Cidade Operária.
 
Todo trabalho integra o plano emergencial da Prefeitura por meio de mobilização de uma força tarefa de resposta aos desastres. A ação do domingo foi realizada pelas secretarias municipais de Segurança com Cidadania (Semusc), Obras e Serviços Públicos (Semosp), Criança e Assistência Social (Semcas) e Urbanismo e Habitação (Semurh), através da Blitz Urbana.
 
Também compuseram a mobilização durante a semana a Secretaria de Saúde (Semus) e a Secretaria de Segurança Alimentar (Semsa), com consultas e distribuição de medicamentos e entrega de cestas básicas, respectivamente. A Secretaria de Obras e Serviços Públicos intensificou os serviços de drenagem, limpeza e retirada de material assoreado nas áreas afetadas pelas chuvas.
 
A Semusc, por meio da Defesa Civil, mantém o trabalho de monitoramento das 66 áreas de risco na capital e já desenvolvia preventivamente ações de sensibilização das comunidades que habitam as regiões.

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