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29/01/2024 às 15h30min - Atualizada em 29/01/2024 às 15h30min

Presidente da Casa da Mulher Brasileira destaca campanha 'Não é não!' no período carnavalesco

Susan Lucena falou ao programa ‘Diário da Manhã’ sobre a importância de realizar a ação neste período e sobre os serviços oferecidos à mulher vítima de violência

Da Redação
Agência Assembleia
Susan Lucena, presidente da Casa da Mulher Brasileira, durante entrevista ao jornalista Ronald Segundo
A presidente da Casa da Mulher Brasileira, Susan Lucena, falou sobre a importância de realizar no Carnaval a campanha Compartilhe Alegria e Respeito: Não é não! Ela foi a convidada do programa ‘Diário da Manhã’, da Rádio Assembleia (96,9 FM), nesta segunda-feira (29), e conversou com o apresentador e jornalista Ronald Segundo.

“Estamos tomando todas as medidas no sentido de massificar a campanha 'Não é não!', tendo como objetivos reduzir o assédio e importunação neste momento de festas carnavalescas. São ações fundamentais puxadas pela Secretaria de Estado da Mulher (Semu) e Casa da Mulher Brasileira, juntamente com todos os nossos parceiros, para dar visibilidade a essa importante campanha, dando o maior número de proteção a mulheres vulneráveis", explicou.

Susan Lucena detalhou que a Casa da Mulher Brasileira possui uma gama de serviços e está consolidada como um centro de referência no combate à violência de gênero, em busca de reduzir os casos de violência contra a mulher no Maranhão e no Brasil, país que ocupa a 5ª posição no ranking de feminicídio.

A presidente da Casa da Mulher Brasileira contou, também, que a Casa da Mulher Brasileira reúne os serviços da Delegacia Especializada da Mulher; Defensoria Pública do Estado; 24ª Promotoria de Justiça da Mulher, ligada ao Ministério Público do Estado; Alojamento de Passagem; Departamento de Feminicídio; Coordenadoria Estadual das Delegacias Especiais da Mulher; Centro de Referência em Atendimento à Mulher Vítima de Violência; e Biblioteca Maria da Penha.

"Nosso outro diferencial são as capacitações oferecidas para as vítimas de violência, que permitem a autonomia econômica e a quebra do ciclo da violência e foram celebradas novas parcerias com o Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), com a Universidade Maurício de Nassau (Uninassau) e com a Secretaria de Estado de Comunicação Social (Secom)", disse.

Outro ponto revelado pela presidente é que, no Maranhão, o Governo do Estado conseguiu ampliar o programa, criando, por exemplo, a Patrulha Maria da Penha, que se transformou em um serviço essencial. Também foram criados o Departamento de Feminicídio, a Coordenadoria das Delegacias da Mulher, biblioteca, brinquedoteca e cursos de capacitação, visando à autonomia econômica.

Além da capital, São Luís, há uma unidade da Casa em Imperatriz, que começou a funcionar em 2020; e uma em Caxias, aberta este ano. 
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