07/01/2020 às 10h48min - Atualizada em 07/01/2020 às 10h48min

Nos últimos 100 dias de 2019, SPCI realizou cerca de 619 prisões no interior do Maranhão

100 dias de 2019, SPCI realizou cerca de 619 prisões no interior do Maranhão

A Polícia Civil do Estado do Maranhão, através da Superintendência de Polícia Civil do Interior -SPCI, nos últimos 100 dias de 2019, período de uma nova gestão, tendo como titular o delegado Guilherme Campelo efetuou diversas prisões e apreensões resultado de um trabalho complexo de investigação. Este trabalho integrado pela SPCI, Delegacias Regionais e Delegacias Municipais.

Foram executadas 619 prisões e diversas apreensões de armas, drogas, recuperações de veículos e aparelhos de celular.*Dentre estas prisões, vale destacar 288 (duzentas e oitenta e oito) prisões decorrentes de cumprimento de Mandado de Prisão Preventiva, 207 (duzentas e sete) de Autos de Prisão em Flagrante, 28 (vinte e oito) de Mandados de Internação Provisória, 27 (vinte e sete) Auto de Apreensão em Flagrante, 31 Mandado de Prisão de Sentença Penal Condenatória, 22 (vinte e dois) de Mandados de Prisão Temporária, 04 (quatro) de Mandado de Prisão de Recaptura e 07 (sete) Mandados de Prisão Civil, 05 (cinco) prisões durante a realização do Curso de Aperfeiçoamento GPE.

CRIMES CONTRA A VIDA

Neste período, a Polícia Civil efetuou prisões importantes. A primeira prisão que merece destaque, foi o cumprimento de Mandados de Prisão Preventiva em desfavor ANTÔNIO CARLOS SOBRAL ROCHA, conhecido como “DIDOCA” e sua companheira FRANCILUCIA ROCHA DOS SANTOS, acusados da participação dos homicídios ocorridos na cidade de Coelho Neto, ocasionando a morte de quatro pessoas e deixando outras cinco pessoas feridas.

OPERAÇÃO QUEOPS

A Superintendência de Polícia Civil do Interior do Estado do Maranhão e a Coordenadoria de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado da Polícia Civil do Distrito Federal deram apoio operacional a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro. O Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro do Rio de Janeiro realizou uma mega operação, intitulada “OPERAÇÃO QUEOPS”, com o objetivo de cumprir 06 (seis) Mandados de Prisão Temporária e 36 (trinta e seis) Mandados de Busca e Apreensão em 33 endereços no Rio de Janeiro, Maranhão e Brasília , referentes a uma investigação que apura o envolvimento dos empresários Roniel Cardoso dos Santos, Gabriel Almeida Piquet de Oliveira, Luciene Assunção Silva, Luana Cardoso dos Santos e mais 07 (sete) envolvidos, nos crimes de Associação Criminosa, Estelionato, Contra a Ordem Econômica e das Relações de Consumo, Lavagem de Capitais e conexos.

OPERAÇÃO ILHA

Vale destacar a operação ILHA, planejada com intuito de desbaratar uma Associação Criminosa, que causou um prejuízo estipulado em mais de R$ 1.000.000,00 (um milhão) de reais às instituições financeiras. O modus operandi da associação, era a aquisição de veículos de toda ordem (caminhões, carros, caminhonetes, etc), junto as concessionárias após fraudar a documentação junto aos bancos financiadores, e após tomar posse dos veículos a sua destinação era variada, desde a revenda como FINAN até o uso pessoal dos integrantes da associação.

OPERAÇÃO MANHATTAN

Nesse período, foi desencadeada a operação Manhattan, pelas Polícias Militar e Civil, com intuito de verificar denúncias de pescadores do município de Nova Iorque, relativo a ameaças, agressões e impedimento por parte de jagunços da Fazenda de criação de peixe do Borba de realizarem a sua atividade profissional no Rio Parnaíba. A operação resultou em 04 prisões, várias apreensões de armas e munições.

OPERAÇÃO MALTA

Outra operação que merece destaque foi a OPERAÇÃO MALTA na qual resultou no cumprimento a 10 (dez) mandados de prisão e 06 (seis) mandados de busca e apreensão. Pelo menos 13 (treze) pessoas foram presas, sendo 03 (três) autuadas em flagrante. Dentre os crimes praticados pelos investigados estão: tentativa de latrocínio; tortura; estupro de vulnerável; tráfico de drogas; roubo; porte ilegal de arma de fogo; furto qualificado; receptação, entre outros. Na ação foram empregados mais de 35 (trinta e cinco) agentes policiais da Delegacia Regional de Balsas; da Delegacia Regional de Imperatriz (GPE – Grupo de Pronto Emprego), da Delegacia de Polícia Civil de Estreito, do Esquadrão Águia e ASI da Polícia Militar de Carolina. Ao total foram recuperados 02 (aparelhos celulares) e 03 (três) motocicletas. Foram apreendidos uma quantidade de entorpecentes (maconha); 250 (duzentos) munições de arma de fogo e uma arma de fogo, tipo espingarda.

A Polícia Civil ofereceu o Curso de Aperfeiçoamento GPE para os policiais civis do Interior do Estado com o objetivo de habilitar profissionais da segurança pública a atuarem de forma eficaz em missões de alto risco, além de dar conhecimento técnico que possibilite melhores resultados nas investigações policiais.

A Superintendência de Polícia Civil do Interior ainda relançou o perfil oficial do Instagram (spcipcma), como forma de aproximar a sociedade da polícia e otimizar o combate à criminalidade. Lançou também o serviço de WhatsApp, através do número (98) 98422-5028, para denúncias de todos os tipos de crimes. O sigilo do denunciante é garantido e, além de não ser necessária a identificação, esta forma de comunicação permite o envio de vídeos, fotos e documentos. O serviço funciona 24 horas por dia e abrange todo Estado.

Com informações da Ascom da SSP- MA.


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