24/03/2017 às 16h41min - Atualizada em 24/03/2017 às 16h41min

Acusados da morte de Ana Clara vão a júri popular.

Emaranhense.com,com informações do TJ-MA

Foto:Divulgação

Os envolvidos no incêndio a um ônibus que teve como vítima fatal a menina Ana Clara, de apenas 6 anos, irão a júri popular,na 1ª Vara de São José de Ribamar. Jorge Henrique Amorim, Wlderley Moraes, Hilton John Alves Araújo, Thallyson Vitor Santos e Larravardiere Silva Rodrigues de Sousa Júnior são os principais  acusados de diversas condutas delitivas que culminaram na morte da menina e em lesões e outras pessoas.

Todos os citados, e mais quatro menores recrutados para executar a ação denominada ‘salve geral’ e que consistiu no incêndio ao ônibus, cometeram as condutas criminosas apontadas na denúncia, entre as quais o delito de homicídio consumado de Ana Clara Santos Souza e, na forma tentada, quanto às vítimas Juliane, Lohanny, Márcio Ronny e Abianci.

 

Entendendo o caso.

 

No dia 03 de janeiro do ano de 2014, por volta das 20h, na Avenida 01, Rua 06, no cruzamento com a Rua 08, no Bairro Vila Sarney Filho I (pertencente a São José de Ribamar), os três últimos denunciados Hilton e Thalysson Vitor Santos Pinto, sob o comando de Larravardiere, cooptaram adolescentes em conflito com a lei, para colaboração no seu intento criminoso. De acordo com o inquérito, os menores infratores e Thallyson Vitor Santos Pinto, abordaram um veículo de transporte coletivo da Empresa Requinte.

Eles cumpriram determinação dos quatro primeiros denunciados (Jorge Henrique Amorim Santos, vulgo Dragão, Wlderley Moraes, vulgo Paiakan, Hilton John Alves Araújo, vulgo Praguinha, e Giheliton de Jesus Santos Silva, vulgo Gil) e atearam fogo no veículo acima mencionado. Cumpre esclarecer que Jorge Henrique e Wlderley, são internos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas e os dois últimos estão em liberdade, e o citado Giheliton de Jesus Silva faleceu em junho do ano passado.

A denúncia formulada pelo Ministério Público afirma que a ordem de atacar e incendiar o ônibus na Vila Sarney Filho I veio de dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, mais precisamente de integrantes da citada facção criminosa. “No dia 03 de janeiro de 2014, foram realizados outros ataques também, com vários ônibus incendiados em outros bairros da Ilha de São Luís, como o João Paulo, Areinha e Jardim América. Diante disso, verifica-se que o incêndio do ônibus na Vila Sarney Filho I não foi um delito casual, tratando-se de uma operação criminosa organizada”, endossa a denúncia.

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