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20/01/2015 às 16h39min - Atualizada em 20/01/2015 às 16h39min

Nisman dizia ser ameaçado quase todos os dias

Segundo deputada argentina, é difícil acreditar que o promotor tenha se suicidado

O promotor Alberto Nisman, encontrado morto em Buenos Aires, dizia estar sendo ameaçado quase todos os dias e, por isso, é difícil acreditar que ele tenha se suicidado, segundo a deputada argentina Patrícia Bullrich, em entrevista exclusiva àBandNews FM.

A deputada conversou com o promotor no último sábado e o esperava no Congresso para contar detalhes de uma investigação que atingiria a presidente Cristina Kirchner. Alberto Nisman era responsável pela apuração do atentado à Associação Mutual Israelita em 1994, quando a explosão de um carro bomba deixou 85 mortos na região do bairro Once, de Buenos Aires.

O promotor acusava Cristina Kirchner e outros membros do governo de acobertar oito iranianos envolvidos no crime, que nunca foram julgados. Ele dizia ter provas de que a argentina assinou um acordo com Teerã para impulsionar o comércio entre os dois países e a troca de petróleo por grãos.

Em entrevista à BandNews FM, a deputada Patrícia Bullrich – presidente da Comissão de Legislação Penal do Congresso argentino – lembrou que 10 agentes federais faziam a segurança de Alberto Nisman.

Os exames preliminares descartaram a presença de uma terceira pessoa no apartamento onde Alberto Nisman foi achado morto, com um tiro na cabeça. Porém, o teste feito para buscar traços de pólvora nas mãos do promotor deu negativo.

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